Conhecemos a Rainha do Empire para descobrir os segredos do State Building

Voce sabe que alguem e importante quando seu apelido e, literalmente, Rainha. E quem melhor para nos mostrar o lendario arranha-ceu de Nova York e os detalhes que voce nao encontrara nos guias...

Última atualização: 30 de julho de 2026
Rainha Renita

 

São 8h30. Estamos com jet lag e sem café. O mapa do metrô de Nova York parece um rabisco confuso de giz de cera e adivinhamos a saída aleatoriamente. Ao sairmos, o Empire State Building é a primeira coisa que vemos que nos faz parar e dizer uau. Em voz alta. Ok, agora sim parece que estamos em Nova York! E sim, chegamos ao lugar certo. 

Somos recebidos por Renita Edmund, uma anfitriã do observatório que recebe visitantes no edifício há 26 anos e nunca perdeu o entusiasmo. Percebemos isso instantaneamente – não dá para fingir aquele sorriso enorme e o abraço mais apertado do mundo. Em poucos minutos nos sentimos como velhos amigos, e ela conta histórias de sua longa carreira enquanto exploramos um dos maiores ícones de NYC.

O dia em que Buddy, o Duende, entrou para a lista dos malcomportados

Somos levados por um opulento corredor Art Déco que nos faz sentir sofisticados apenas por estarmos ali. Pôsteres alinham as paredes mostrando o papel de destaque do Empire em filmes clássicos, de King Kong a Esqueceram de Mim 2, nos deixando tentados a ir direto para as fofocas. ‘Então, conheceu alguma celebridade? Viu algum filme sendo rodado aqui?’  

‘Bem, eu chamei a segurança para o Buddy, o Duende’, ela responde calmamente. Isso é melhor do que qualquer avistamento de uma Kardashian que estávamos esperando. 

‘Na época em que Elf foi filmado, não sabíamos sobre filmes sendo rodados em outras partes do edifício. Então, quando Will Ferrell apareceu no lobby com sua fantasia completa de duende, eu não sabia o que estava acontecendo e chamei a segurança. Quando percebi meu erro, Will foi tão gentil. Ele me disse que nunca esqueceria o dia em que quase foi expulso do Empire State Building! Gostamos sempre de garantir que as visitas das pessoas sejam memoráveis’, acrescenta ela com um sorriso maroto. 

Lobby do Empire State Building

"Buddy, o Duende, qual é o seu lobby favorito?"

Segredos abaixo do horizonte (e uma quadra de basquete)

A busca por fofocas continua, mas desta vez, voltada para o Empire. Queremos ouvir alguns segredos: existe um túnel escondido? Um esconderijo misterioso? O que o edifício guarda sob sigilo?

A resposta é finanças das antigas com um toque esportivo. Renita nos leva a 10 metros de profundidade para investigar tudo, em uma área que normalmente não é aberta ao público*. Aqui encontramos uma porta gigante de várias toneladas, ao estilo Gringotes, de um cofre de banco abandonado instalado na década de 1930. Aparentemente, era pesada demais para ser removida do edifício, por isso agora fica no meio de um depósito com aparência bem comum.

Cofre do Empire State Building

O cofre secreto do Empire transmite uma energia digna do Mundo Bruxo

Depois, em um contraste marcante, seguimos para uma parte mais moderna do subsolo do Empire. "Estamos indo para o Club Level", anuncia Renita com seu sorriso efervescente característico, nos fazendo pensar que estamos prestes a entrar em uma rave subterrânea. Quase isso.

O Club Level é um andar exclusivo para inquilinos, repleto de empreendedores de tecnologia segurando bagels e, sim, uma quadra de basquete de verdade com arquibancadas dobráveis para quem quiser arremessar algumas bolas sob um ícone de Nova York. Não era o que esperávamos no subsolo do edifício.

Quadra de basquete do Empire State Building

À beira da quadra na Selva de Pedra

Os momentos que mais importam

Seguimos para o museu no segundo andar, onde o início do Empire ganha vida. Imagens gigantes de operários destemidos usando apenas um cinto como arnês — é a parte da história do Empire que Renita acha mais fascinante. Ela deve falar sobre isso quase todos os dias. Perguntamos o que a motiva e o que ela ama em trabalhar aqui.

“São os visitantes. Para algumas pessoas, é um sonho vir aqui”, diz ela, emocionada. “E eu posso fazer parte da experiência delas. Isso não é um trabalho para mim. É meu coração, é minha paixão”.

Está claro que, além de trazer sorrisos, conectar os visitantes com a história de Nova York é importante para ela. “Eu trabalhava perto do World Trade Center e me lembro dele sendo construído. E, anos depois, eu estava bem aqui no Empire State Building quando o vi cair. É de partir o coração, mas aquela vista do lado sul é um lembrete da nossa história”.

Empire State Building

O lado sul de Manhattan

A vista que desperta pedidos inusitados

Chegou o momento que estavamos esperando. Fazemos uma subida de dar pressao nos ouvidos ate o topo em um elevador que combina a estetica Art Deco com uma trilha sonora cativante e efeitos de luz atmosfericos. “Agora, vamos ao topo do mundo”, diz Renita com toda a energia de Jack na proa do Titanic. 

O ceu esta limpo. O clima e tranquilo. E a vista e es-pe-ta-cu-lar. E o começo perfeito para uma viagem – quase da para ouvir a trilha sonora de abertura de uma aventura em NYC (Empire State of Mind, obviamente), pontuada apenas por buzinas altas e sirenes. 

Do deck interno superior (Observatorio do 102° andar), voce tem vistas panoramicas de 360 graus – e mais quentes – de quase tudo em Manhattan. Do deck externo inferior (Observatorio do 86° andar), voce tem a experiencia classica do Empire, com a grade de aço inoxidavel emoldurando a paisagem e os famosos binoculos espalhados. O deck inferior esta incluido no seu ingresso padrao para o observatorio, enquanto o deck superior e um extra que voce pode adquirir separadamente. 

As vistas

Aquela vista!

Enquanto Renita explica o que podemos ver, perguntamos se ha pedidos inusitados dos visitantes. “Trump Tower”, diz ela, apontando para um arranha-ceu de aparencia comum. Olha so – nao e tao dourado e obvio quanto imaginavamos. “E eles tambem querem saber onde Sully pousou o aviao”, ela aponta para a esquerda do Rio Hudson, logo atras do Edge. 

“Este e o meu momento favorito do dia para estar aqui”, acrescenta ela. “Porque voce consegue ver tudo. O por do sol e a noite sao lindos, mas voce nao sabe exatamente para o que esta olhando.”  

Prédios

Todos os pontos turisticos importantes

O Empire contra-ataca

Uma característica marcante da selva de pedra são, obviamente, os outros arranha-céus e observatórios. Renita aponta para eles – pessoas do tamanho de minúsculos pontos nos terraços, provavelmente olhando de volta para nós.

‘Já foi aos outros observatórios?’, perguntamos timidamente. Ela já sabe o que queremos dizer.

‘Alguns deles. Sabe, eles são bons, têm as vistas. Mas não têm a história que nós temos.’

Ou a anfitriã mais incrível de todas, pensamos. Ela é uma parte tão importante da experiência no observatório quanto o próprio Empire.

Pôr do sol no Empire State Building

"Para algumas pessoas, vir aqui é um sonho"

Perguntas rápidas para a Rainha

Afinal, ela tem coisas para fazer e lugares para estar.

Filme favorito baseado no prédio: Tarde Demais para Esquecer

Lanche clássico favorito de Nova York: Junior’s, para o melhor cheesecake

Celebridade favorita que já viu (além do Buddy): David Beckham

Lugar favorito para comer perto do Empire: Koreatown

Coisa gratuita favorita para fazer em Nova York: Atravessar a Brooklyn Bridge a pé

Recomendação (para quem visita pela primeira vez): Eu sempre digo às pessoas para visitarem o Ground Zero porque o 11 de setembro mudou o mundo. Você entenderá melhor os nova-iorquinos. Somos pessoas que se mantêm unidas quando mais precisamos.

Chapéus do Empire State Building

Empire State Building, mas com muito estilo!

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Selina Whitby
Content Lead

Selina is a copywriter and seasoned backpacker who has visited over 50 countries if you count Vatican City, which she does. Her most memorable travel experiences include tubing in Vang Vieng, doing New Zealand’s Nevis Bungee with a fear of heights, and taking a nine-hour flight with a toddler. On her bucket list is Rio Carnival in Brazil, walking the Camino de Santiago, and flying First Class (when she wins the EuroMillions).

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taxis em Nova York
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Taxi em Nova York – tudo que você precisa saber

Com certeza todos nós já passamos por isso. Você está explorando Nova York e ficou fora até um pouco mais tarde do que o planejado e o cansaço bateu. Você precisa ir para a cama, mas não conhece bem a cidade. Os mapas do transporte público podem muito bem ser pinturas de Jackson Pollock, pois ainda não fazem sentido. Então você faz o que todas as pessoas fazem em filmes e programas de TV que se passam em Nova York: você levanta a mão e, em segundos, um táxi amarelo para ao seu lado. Esperamos que em segundos você esteja a caminho do hotel são e salvo, mas sugerimos a leitura deste blog para que você saiba exatamente o que esperar e o que fazer. Aqui está tudo que você precisa saber sobre táxis em Nova York. Um motorista de táxi pode recusar a corrida? Sim, mas somente se a viagem tiver mais de 12 horas de duração ou se a luz de “táxi” acima do veículo estiver apagada. Viagens de mais de 12 horas são contra a lei nos EUA, e somente táxis com as luzes acesas estão em funcionamento. Se você estiver hospedado longe do centro da cidade, talvez entre no táxi antes de dizer para onde está indo. Pode parecer sorrateiro, mas uma vez que você esteja no táxi, ele é legalmente obrigado a levá-lo ao seu destino. Já imaginou fazer isso no Brasil? Boa sorte!   Meu táxi é barulhento e desconfortável. O que você pode fazer? Muito, felizmente. Afinal, os passageiros também têm direitos. Se o seu motorista estiver em uma ligação ou usando o telefone, ele está fazendo algo ilegal. Fique à vontade para lembrá-lo. Se o táxi estiver muito quente ou frio, dependendo da época do ano, você também pode solicitar que liguem o ar-condicionado/aquecimento. E se a música estiver muito alta, você pode pedir educadamente que abaixem ou desliguem o som. Só não critique a escolha do gênero musical. Entretanto, se o motorista recusar essas ou outras solicitações razoáveis, você tem o direito de sair a qualquer momento. E lembre-se de anotar o número do medalhão de registro se você quiser fazer uma reclamação. Ele está na placa do carro, no capô do táxi e no recibo, se você solicitar um.   E se eu estiver falando alto e deixando o motorista desconfortável? Em primeiro lugar, por que... você... faria isso? Em segundo lugar, embora os motoristas não tenham base legal para pedir que você fale mais baixo, tenha respeito por eles. E por você. Dirigir um táxi o dia todo é exaustivo e navegar pelas ruas agitadas que nunca dormem exige concentração. A etiqueta do táxi em Nova York, ou em qualquer lugar, é uma via de mão dupla. Seja respeitoso e provavelmente também será respeitado. E você também terá uma viagem mais segura e rápida para onde quer que esteja querendo chegar.   Devo encarar o motorista pelo espelho retrovisor? Não, não e não. Por que você faria isso? Quais são as alternativas aos taxis em Nova York?   Assim como no Brasil há alternativas aos taxis, você também encontra aplicativos de viagem. Entre eles, Uber e Lyft são os mais usados.   Economize em ingressos para atrações de Nova York Este blog sobre táxis em Nova York satisfez seu desejo de conhecer tudo sobre a Big Apple? Não? Você ainda prefere o transporte público? Aqui você encontra mais informações sobre o metrô de Nova York. Agora se você quer saber como economizar em atrações em Nova York, conheça o The New York Pass®, com ele você pode explorar marcos famosos, atrações populares e atrações pouco conhecidas e passeios épicos, tudo em um único passe, por um preço único. Além disso, você terá uma economia de até 50%, em comparação com a compra de ingressos para atrações individuais.
Carolina Oliveira
Carolina Oliveira
one world observatory
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Guia completo para visitar o One World Observatory em Nova York

O One World Observatory tem as melhores vistas de Nova York? É bem possível. Se o que você procura é altitude, esta plataforma — a mais alta da cidade — é provavelmente a ideal para você. A localização da torre, na ponta sul de Lower Manhattan, também a torna imbatível para vistas de marcos como a Ponte do Brooklyn, a Estátua da Liberdade e, bem, praticamente tudo o que você gostaria de ver na paisagem urbana de Manhattan. Temos todas as informações sobre o que esperar da sua visita com o The New York Pass®, incluindo como chegar lá e onde tirar as melhores selfies nas alturas. Quero saber mais... O One World Trade Center, também conhecido pelos locais como Freedom Tower, se destaca com orgulho e coragem no horizonte de Manhattan, onde antes ficavam as famosas Torres Gêmeas. Com uma altura total de 541 metros (uma referência à assinatura da Declaração da Independência), é o edifício mais alto de Nova York e, na verdade, de todo o hemisfério ocidental. O seu observatório fica a 386 metros, no 100º andar, prometendo vistas panorâmicas de 360 graus da icónica paisagem urbana de Nova Iorque e além.   Parece ótimo, conte-me mais...   É praticamente o ponto mais alto que se pode alcançar em Nova York. O One World Observatory ultrapassa a plataforma do Empire State Building em alguns metros. Na verdade, a única forma de subir mais alto em Nova York é escalando até ao topo do 30 Hudson Yards (mais um metro, para os que estão se perguntando) ou embarcando num avião. A vista pode ser a melhor da cidade. Contemple a Estátua da Liberdade, as pontes de Manhattan e Brooklyn, o Empire State Building, o Chrysler, o Central Park e o horizonte de Nova Jersey de uma só vez. É um ícone de Nova York. Construído no local das Torres Gêmeas originais, sua localização no sul de Manhattan também o coloca bem perto do Memorial e Museu do 11 de Setembro, dos restaurantes de Chinatown, da sede dos Caça-Fantasmas, do Fraunces Tavern Museum, de Wall Street e das balsas do Battery Park para Ellis Island e Lady Liberty. Como chegar lá?   Por ser o edifício mais alto de Nova York, é difícil não ver o One World Trade Center. Ele fica na esquina das ruas West e Vesey, na ponta sudoeste da ilha de Manhattan. A entrada fica do lado da West Street. Metrô: pegue a linha E até a estação World Trade Center, a linha 1 WTC Cortlandt, as linhas 2 ou 3 até Park Place ou as linhas N, R ou W até Cortlandt Street. Todas ficam a menos de 5 minutos a pé da entrada da West Street do One World Observatory. O que tem para fazer por lá? Este lugar não se resume as vistas que você pode ter ao subir até o topo. Bom, ok, é o atrativo principal, mas também há muita coisa interessante para conferir enquanto você está por aqui. A visita começa com a chance de explorar exposições interativas e uma galeria digital de visitantes do mundo todo no Global Welcome Center. No caminho até o elevador SkyPod, há uma exposição que conta a história épica da construção do edifício. E então vem o próprio elevador, que leva você do térreo ao 100º andar em apenas 47 segundos. Possivelmente a subida vertical mais rápida da sua vida e ainda assim tempo suficiente para um breve filme sobre a ascensão literal de Nova York, de porto agitado a metrópole futurista repleta de arranha-céus. Antes de chegar ao grande momento, entre no See Forever Theater, onde música, movimento e fotografias em time-lapse se combinam para mostrar a cidade sob uma nova perspectiva. E agora, com a expectativa lá no alto, é hora de sair para as nuvens de Nova York. Lá de cima, a cerca de 387 metros acima de Manhattan, você pode realmente sentir que dá para ver para sempre. As vistas em 360 graus, a partir de uma altura que chega a dar vertigem, tornam fácil identificar alguns dos marcos mais famosos da Big Apple. Lá embaixo está a Estátua da Liberdade. Repare nas balsas, do tamanho de brinquedos, desenhando linhas brancas na água enquanto vão e voltam das ilhas. E aquele ali não é o Empire State Building? E os arcos de pedra inconfundíveis da Brooklyn Bridge? Em um dia claro, dá para enxergar quase 72 quilômetros de distância. Ok, não é exatamente para sempre, mas em uma manhã fria e limpa você consegue ver até as colinas do interior do estado de Nova York, além de partes de Connecticut e Nova Jersey. Placas informativas espalhadas pelo observatório também ajudam quem não conhece a identificar exatamente o que está vendo. Quais outras instalações existem no local? Há um café no topo que serve café, gelato e lanches leves. O ONE Dine é o restaurante emblemático do One World Trade Center com vista panorâmica. Espere pratos tão elevados quanto a paisagem, como burrata, couve-flor em tempurá e linguine com pancetta defumada. Passe na loja de presentes do One World Observatory para garantir uma lembrança da visita. Os produtos oficiais vão de canecas e moletons a globos de neve do One World Trade Center e pulseiras See Forever adornadas com cristais Swarovski.   Onde estão as melhores oportunidades para fotos? Nem sempre é fácil tirar fotos incríveis através das paredes de vidro a essa altura, então comece enchendo seu feed do Instagram com selfies simples em frente aos vários cenários disponíveis (ou seja, toda a cidade de Nova York e além). O One World é a única plataforma de observação no extremo sul da ilha de Manhattan, então não deixe de capturar algumas das melhores fotos da Estátua da Liberdade e da Ellis Island, bem como da balsa de Staten Island cortando a baía. Visite pela manhã para ter mais chances de tirar fotos nítidas. No final do dia, a hora dourada dá um brilho romântico à ampla vista do Hudson, enquanto o céu escuro com tons roxos mostra o horizonte cintilante de Manhattan em toda a sua glória clássica dos pôsteres da Athena dos anos 1980.     Terminei por aqui, para onde ir agora? Depois de conseguir sair de lá (tente não pegar acidentalmente o elevador SkyPod de volta ao topo, como a gente fez!), você vai se encontrar bem no centro da agitação da parte sul de Manhattan, a poucos passos de uma infinidade de atrações, várias das quais estão incluídas no seu New York Pass. Aqui estão apenas alguns dos destaques...   Memorial e Museu do 11 de Setembro Passeios a pé por Chinatown Ponte do Brooklyn Wall Street Rockefeller Park e The Battery Melhore ainda mais sua viagem com o The New York Pass® Depois dessas dicas para conhecer o One World Observatory, você já pode começar a pesquisar quais outras atrações quer conhecer em Nova York. Com The New York Pass® ficou ainda mais fácil explorar o que há de melhor em uma cidade. Além de incluir entrada para algumas das atrações citadas neste post, estamos falando de mais de 100 atrações, joias escondidas e passeios locais, tudo por um preço baixo. Além disso, você terá descontos garantidos em comparação com a compra de ingressos individuais para as atrações.   Veja mais, faça mais e experimente mais com o The New York Pass®. É só escolher um passe para começar!  
Carolina Oliveira
Carolina Oliveira
MoMa Nova York
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A arte pela arte: um guia completo para visitar o MoMA

Os sucessos continuam chegando ao MoMA, o principal repositório de arte moderna de Nova York. É aqui que você pode admirar tudo, desde obras imperdíveis como As nenúfares, de Monet, Noite estrelada, de Van Gogh e Latas de sopa Campbell, de Warhol, até obras-primas esculturais menos conhecidas, filmes e fotografias instigantes e uma lista em constante mudança de exposições especialmente com curadoria. Usamos o The New York Pass® neste local imperdível no centro de Manhattan e compartilhamos aqui todas as informações sobre os destaques imperdíveis da coleção, além de opções de comida e bebida, itens indispensáveis na loja de presentes e muito mais. Aficionados por arte, essa é para vocês... E o QUe É o MoMA?   Caso você não esteja prestando tanta atenção, MoMA é a versão curta do nome Museu de Arte Moderna, um marco da Midtown Manhattan e o lar de algumas das obras de arte mais importantes do século XIX até os dias de hoje. Impressionistas, Cubistas, Surrealistas, Futuristas, Expressionistas Abstratos, Artistas Pop... você encontrará todos eles por aqui. Em sua história de quase cem anos, o MoMA reuniu uma coleção de mais 200 mil impressões, pinturas, fotografias, esculturas e outros trabalhos de design e arquitetura, tendo apresentados exposições grandiosas de Francis Bacon, Pier Paolo e Frank Lloyd Wright. Em outras palavras, em uma cidade conhecida por ter museus de arte excepcionais (como o Met, Guggenheim e Whitney), o MoMA se ergue no topo. Bem, na verdade, ele se ergue em seus seis andares de impressionantes obras de arte. Quero boas razões para visitar o MoMA   Marcel Duchamp, figura surrealista do MoMA, considerava toda a arte subjetiva, acreditando que o espectador individual desempenha um papel tão importante no processo criativo quanto o artista. Portanto, não parece apropriado dizer quais são as “melhores” obras de arte da coleção, mas aqui estão algumas das nossas favoritas que você não vai querer perder. Roda de bicicleta de Duchamp. Que melhor lugar para começar do que com o próprio Duchamp? Mas será que é “arte” ou apenas uma roda de bicicleta presa ao assento de um banco? Isso você decide. Só não tente sentar nela. Nem andar nela. Você será convidado a se retirar. Noite Estrelada, de Van Gogh. Uma obra de arte estelar. Se você não conseguir tirar uma foto nítida por causa da constelação de cabeças na frente dela, não deixe de comprar um cartão postal ou uma impressão (ou caneca, chaveiro ou sacola) na loja de presentes. Escada Bauhaus, de Oskar Schlemmer. Pintada em 1932 em desafio à perseguição nazista a artistas e estudantes da escola Bauhaus, esta obra instigante está exposta na escadaria Bauhaus do MoMA, entre o primeiro e o segundo andares. Latas de sopa Campbell's, de Warhol. Você gosta de sopa? Então está com sorte. O comentário icônico de Warhol sobre a cultura de consumo e a produção em massa — com todos os 32 sabores individuais — está exposto no 4º andar. A Persistência da Memória, de Dalí. Apesar das inúmeras paródias ao longo dos anos, o poder da obra-prima de Dalí, com relógios derretidos em uma paisagem surreal (que em suas próprias palavras é “um camembert do tempo”, nunca diminuiu). É por isso que a pintura está em exibição aqui no MoMA desde que foi adquirida, em 1934. E como eu chego lá?   Você encontrará o MoMA na West 53rd Street, em Midtown Manhattan, entre a Quinta e a Sexta Avenidas, a apenas alguns quarteirões ao sul do Central Park. Ônibus: pegue a rota Downtown até a parada 18 ou a rota Uptown até a parada 27, 29 ou 30. Metrô: pegue o trem E ou M até a estação Fifth Avenue/53rd Street. Quero saber o que mais posso ver no MoMA   Claro. São seis níveis principais para explorar, sendo que a maior parte das atrações mais disputadas fica nos andares 4 e 5. É ali que estão os grandes nomes da arte dos séculos XIX e XX: Pollock, Picasso, Rothko, Kahlo e companhia. Por isso mesmo, esses andares costumam ser bem mais movimentados do que os outros. Vamos detalhar melhor cada um deles. No 5º andar: anos 1880 a 1940 Se a sua ideia é ver o maior número possível de obras modernas imediatamente reconhecíveis, direcione seu cavalete direto para o andar 5. Há uma sala inteira dedicada ao universo colorido de Matisse, além de um mergulho profundo no cubismo, com Picasso e Georges Braque, uma bela coleção de abstrações de Brâncuși e alguns Cézannes simplesmente impecáveis. Entre os grandes destaques estão Water Lilies, de Monet, Starry Night, de Van Gogh, Les Demoiselles d’Avignon, de Picasso, e Self-Portrait with Cropped Hair, de Frida Kahlo. No 4º andar: anos 1950 a 1970 Aqui o foco é a geração do pós-guerra. Você encontra uma sala dedicada a Rothko, repleta de suas telas monumentais e campos de cor intensos. Há esculturas impressionantes e murais de grandes proporções assinados por artistas como Joel Shapiro e James Rosenquist. É também neste andar que você mata a vontade de ver obras de Warhol, Pollock, Rauschenberg e Yoko Ono, além de garantir algumas das fotos mais vibrantes e instagramáveis do museu. Os destaques da coleção pós-guerra incluem ARK, a obra lúdica de Joel Shapiro, American People Series #20: Die, de Faith Ringgold, que faz referência a Guernica, a escultura Devil with Claws, de Germaine Richier, e, claro, as icônicas Campbell’s Soup Cans, de Warhol. No 2 º andar: anos 1980 até hoje Entre no universo da arte contemporânea internacional com algumas das exposições mais curiosas e inesperadas da galeria. Estamos falando de Deodorized Central Mass with Satellites, de Mike Kelley, uma espécie de galáxia que ocupa a sala inteira, formada por massas escultóricas feitas com brinquedos de pelúcia de brechó. Ou ainda Government Approved Home Fallout Shelter Snack Bar, de Michael Smith, uma instalação absurda que reúne rações, discos de vinil, vídeo e até um fliperama impossível de vencer. Há também uma excelente coleção dedicada ao trabalho de artistas negros contemporâneos. Saindo para o exterior, você tem acesso ao Abby Aldrich Rockefeller Sculpture Garden. Também acessível pelo andar 1, esse espaço verde tranquilo, muito querido pelos nova-iorquinos, oferece bastante área para sentar e apreciar esculturas de Picasso, Rodin, Matisse, Maillol, Isa Genzken, entre outros. Mais alguma coisa? Se você estava atento, provavelmente está se perguntando o que há nos andares 1, 3 e 6, certo? A resposta é: muita coisa. A diferença é que, enquanto os andares 2, 4 e 5 concentram galerias mais densas, os demais têm um layout mais aberto. Ainda assim, há muito para ver. Não deixe de observar a escadaria Bauhaus que conecta os andares 1 a 3, por exemplo, nem as exposições temporárias que ocupam o amplo espaço do último andar. É também nesses níveis que se concentram a maioria das opções de alimentação, bebidas e compras. E já que falamos nisso…   Quero saber mais sobre as instalações do museu   The Modern Com vista para o Abby Aldrich Rockefeller Sculpture Garden a partir do 1º, este restaurante de alta gastronomia serve pratos que, sinceramente, poderiam muito bem estar expostos em uma galeria. Vale se jogar nos menus Impressions ou Abstractions para viver a experiência completa de “comida como arte moderna”. Terrace Café Procura um ambiente mais familiar? Este queridinho do 6º é a escolha certa. Em um espaço cheio de arte e com vista para Midtown Manhattan, o café oferece pratos para compartilhar, saladas, sanduíches e outras opções leves. Café 2 Também ideal para crianças, esta parada mais casual no 2º serve pizzas e massas em grandes mesas compartilhadas, perfeitas para uma pausa rápida e descomplicada. Terrace 5 Petiscos de bar e coquetéis acompanhados de vistas inspiradoras e aéreas do jardim de esculturas. MoMA Museum Store Se você quer lembranças da sua viagem a Nova York que vão além do tradicional “I love NYC”, este é o lugar certo. Aproveite para encher a sacola — e a mala de mão — com gravuras, pôsteres, cartões-postais e outros itens exclusivos ligados às exposições. MoMA Design Store Bem em frente ao MoMA, a Design Store reúne uma seleção caprichada de objetos de decoração, peças criativas e produtos assinados por artistas. Se você sempre sonhou com um jogo de jantar em cerâmica com estampa inspirada em Matisse ou um chaveiro de crochê da Frida Kahlo, chegou ao lugar certo. E após visitar o MoMA? Quais lugares posso visitar?   Lugares para visitar em Midtown Manhattan? Não, não conseguirmos pensar em nada. Nada mesmo. Zero. É claro que estamos brincando. Você está praticamente no coração da ação aqui, se a sua ideia de ação inclui caminhadas pelos trechos ao sul do Central Park, subir rapidamente até o topo de alguns dos edifícios mais icônicos de Nova York com plataformas de observação no Empire State Building e no 30 Rock a menos de 30 minutos a pé, além de garantir selfies com celebridades de expressão séria no Madame Tussauds, então está no lugar certo. Essas experiências essenciais de Nova York, junto com muitos outros tours, atividades e atrações imperdíveis, estão incluídas no The New York Pass®.   Experimente tudo o que a cidade de Nova York tem a oferecer com o The New York Pass®   Você está planejando sua viagem a Nova York? Com o The New York Pass®, você pode explorar marcos famosos, atrações populares — assim como atrações pouco conhecidas — e passeios épicos, tudo em um único passe, por um preço único. 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Carolina Oliveira
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